No capítulo anterior de "Eu, ator": André cria, em suas palavras, um livro perfeito.
Com o objetivo de ganhar dinheiro com a sua obra, André descobre que é necessário registrá-la em cartório para poder cobrar seus direitos à cópia ou reprodução, o Copyright.
Antes de registrar "Estrelado" no cartório, resolvi deixar minha amiga e crítica nas horas vagas, Mariana, ler minha obra-prima. Já esperando pelos elogios, ela classificou meu livro numa única palavra: Porcaria.
Segundo ela, a minha história é parecida com uma já existente onde uma menina de uma cidade do interior também se apaixona por um ser-humano que não é um ser-humano qualquer. A diferença é que nessa obra a menina se apaixona por um vampiro.
Tá, o enredo pode ser até parecido mas existem muitas diferenças entre vampiros e alienígenas!
Eu sei que uma história de amor entre uma humana e um alienígena é garantia de sucesso, eu só acho que eu não soube contar muito bem a história...
Foi aí que a Mariana me explicou sobre o "Creative Commons".
Segundo ela a CC, como ela mesma chamou, é uma organização não governamental e sem fins lucrativos que tem como objetivo expandir a quantidade de obras criativas. E obras criativas vão além de livros: são vídeos, áudios e até imagens também! O Creative Commons são licenças que permitem a cópia e a reprodução da obra, mas com menos restrições que o Copyright.
É assim: se o Copyright se equivale a "Todos os direitos reservados", o Creative Commons é o "Alguns direitos reservados".
No meu caso: eu autorizo você a copiar, reproduzir e até modificar a minha obra, desde que ela seja devidamente creditada. Ou seja, que ela fique no meu nome e no nome da pessoa que a modificou. Uma obra coletiva.
E, quem sabe, com uma ajudinha de fora, o "Estrelado" não emplaca?
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